
“Estou exausto. Fisicamente e psicologicamente esgotado. Respirar me dói a coluna, sentir me dói a alma. Sinto calafrios pelo corpo inteiro, como se uma onda de calor forçasse a entrada pelos meu poros. Meu cérebro se encontra diluído em pensamentos, a maioria negativos. Desistir já me parece uma palavra fantasiosa, pois, ao mesmo tempo que pareço ser forte e decidido, me mostro fraco o suficiente para não tomar uma decisão drástica e concreta. Quem dera fosse uma desilusão amorosa ou uma intriga familiar, esse fardo que carrego já evoluiu de apenas um problema para um erro sem solução. Eu sinto que não só não tenho motivos para continuar, mas os motivos que já não me têm. Minhas felicidades passageiras exauriram. Me sinto preso dentro destas paredes de concreto e pudor, que me retém longe de qualquer outro sentimento límpido e fugaz. Minha insegurança é minha algema, a chave se perdeu no tempo.”— Jadson Lemos.
“Querer, a gente quer muita coisa. Mas quase sempre é um querer preguiçoso, um querer que não nos impulsiona a levantar da cadeira, ainda mais quando nosso projeto tem 0,5% de chance de sucesso. É difícil conseguiu o que se quer. Só se torna menos difícil quando se quer mesmo. Pena que alguns só querem mesmo é ser rico ou ser gostosa. O que todos deveriam querer, mas querer mesmo, é fugir da mediocridade.”— Martha Medeiros.
“Você diz que ama a chuva, mas você abre seu guarda-chuva quando chove. Você diz que ama o sol, mas você procura um ponto de sombra quando o sol brilha. Você diz que ama o vento, mas você fecha as janelas quando o vento sopra. É por isso que eu tenho medo. Você também diz que me ama.”— Shakespeare.